Venha 2015!
Pelas nossas vidas passam muitas pessoas, dependendo da nossa idade, da nossa sociabilidade, ou até mesmo da nossa profissão. Podem ser dezenas, centenas ou milhares.
Pela minha já passaram algumas, umas boas, outras assim-assim e umas não tão boas, mas garantidamente, de todas tirei algum ensinamento. A duras penas, com muita 'lambada' e quedas, aprendi que não se pode confiar à primeira, que nem todas as pessoas merecem oportunidades, que dar segundas oportunidades é ainda pior, mas não consigo não fazê-lo! Acho sempre que todas as pessoas devem ser avaliadas e julgadas como um todo, e não por um momento seja ele bom ou mau! E depois com a idade aprendi também, que relativizar é o melhor anti-rugas!
Sou uma felizarda, porque de todas as pessoas que passaram na minha vida as que ainda se mantêm, independentemente, da frequência com que as vejo ou a distância física, são as melhores do mundo e eu adoro-as por isso. Nesta altura de confraternização e família, recordo a minha família de sangue, numerosa, barulhenta e festeira, de quem eu tenho saudades. Valeu a véspera e o dia de Natal, para os rever e aproveitar um bocadinho! Mas também a minha família de coração, o meu núcleo duro, uns na minha vida há décadas outros há anos mas todos tão importantes, felizmente consegui estar com quase todos nesta visita relâmpago a casa, só que para mim nunca chega! Os que não estive, matei saudades com longos telefonemas. Mesmo assim, queria ter estado mais com a minha irmã de coração e a minha ratinha, 20 anos de histórias e cumplicidade, minha eterna confidente, está sempre lá para mim, como sabe que eu estarei sempre lá para ela e para a minha afilhada. E não poderia ter terminado os festejos natalícios de melhor forma, Caramielos, vocês são únicos, no dia em que tiver que fazer malas para o tão desejado regresso a casa, vocês serão a razão pela qual o meu coração ficará apertadinho e a lágrima chegará ao canto do olho. Vocês são a nossa família de Lisboa, aquele a quem vamos sempre voltar e de quem vamos sentir muita falta. Que a vida nos permita ter sempre Paris ou outra cidade qualquer, para recordar o quanto somos felizes juntos. Podia escrever um bocadinho sobre cada um deles, mas não saía daqui hoje porque todos são importantes e ainda são alguns!!!
Não poderia deixar de mencionar e destacar os meus Pais e a minha irmã, são os meus pilares, aqueles que me guiam sempre que eu não consigo ver. E na véspera da passagem de ano recordo que, durante anos, principalmente, na adolescência, ansiei passar o ano com os amigos na rua, num bar, discoteca,.... Mas por imposição passei sempre a 00h com eles, habituei-me de tal forma, que há 3 anos que não o faço e fico sempre com a sensação de que me falta alguma coisa.
Hoje estou assim nostálgica, saudosista e desejosa de ver este ano pelas costas. Que venha 2015!
Um Feliz Ano para todos

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